segunda-feira, 28 de junho de 2010

A necessária mudança do papel do advogado


Com a morosidade que enfrentamos atualmente no Judiciário, o papel do advogado tem sofrido algumas mudanças nas soluções dos conflitos de seus clientes. Sua função, cada vez mais, tem sido de aproximar as partes na tentativa, última, de uma composição extrajudicial. E os benefícios são grandes.

A demora de uma solução por meio do Judiciário torna, em muitos casos, o contencioso o pior caminho a ser adotado para uma efetiva resolução de seu problema.

Além disso, temos que levar em consideração os gastos que uma ação traz consigo: custas processuais, honorários advocatícios, tempo – que sabemos “é dinheiro”, além da incerteza de ver satisfeita sua pretensão - que dependerá, necessariamente, de uma decisão de procedência.

Com o aumento progressivo de demandas judiciais, que abarrotam as prateleiras dos cartórios e gabinetes de nossos foros, a probabilidade de ver satisfeita sua pretensão em um período razoável é, evidentemente, remota.

Daí é de vital importância a contratação de um profissional do Direito que abra o leque de possibilidades para a solução de seu problema e não somente lhe apresente “uma procuração para assinar”... e que, atendendo às suas necessidades, lhe oportunize uma solução com um melhor custo benefício aos seus interesses.

Por Eduardo Kaminski,
advogado (OAB/RS nº 66.361)
Publicado originalmente no saite Espaço Vital.




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